
Localizado entre os paralelos 46ºW e 45ºW, nosso empreendimento sofre influência dos climas da região amazônica e do semi-árido nordestino, o que favorece o desenvolvimento de insetos-pragas e insetos-benéficos para a cultura da cana-de-açúcar. Distante dos grandes centros produtores do País, tivemos que implantar um modelo próprio e isolado de controle de pragas. Construímos e mantemos em plena produção, há mais de 10 anos, 2 laboratórios altamente estruturados e qualificados para o controle biológico das brocas e cigarrinhas das raízes, pragas da cana-de- açúcar. Produzimos os inimigos naturais parasitóides, Trichogramma galloi e Cotesia flavipes, para o controle de ovos e de lagartas da broca da cana, Diatraea saccharalis, respectivamente, e o fungo Metarhizium anisopliae, para combater a cigarrinha das raízes, Mahanarva fimbriolata. Realizamos ainda o controle manual da broca gigante da cana.
  
São investimentos e medidas que contribuem expressivamente em benefício da natureza, evitando o uso de agrotóxicos para essas finalidades. Para esta tarefa, contamos com a colaboração de renomados cientistas e profissionais da área, citando como exemplo o saudoso Professor Doutor Arthur F. Mendonça; o Professor Doutor Paulo Sergio Machado Botelho, nosso consultor atual; o Engenheiro Agrônomo Alessandro Oliveira Arruda, Gerente de Controle Biológico de Pragas; o Engenheiro Agrônomo Eduardo Martins Saraiva; e mais de uma centena de colaboradores. Nossos investimentos nesta área ultrapassaram R$ 15 milhões ao longo desses 12 anos de produção de cana. Atualmente, investimos quantia superior a R$ 2,5 milhões por ano nessa atividade. Em 20 anos, serão mais de R$ 40 milhões ou U$ 18 milhões de investimentos. Já liberamos em nossos canaviais 1,8 bilhão de C. flavipes, 262 milhões de T. galloi e 763 toneladas de fungo M. anisopliae. O meio ambiente agradece os efeitos passados, os atuais e os prospectivos desses investimentos e desses cuidados com a natureza.
  